terça-feira, 28 de julho de 2015

Sete anos

Sete anos de relação laboral. Como já ouvi hoje, para alguns sou "das primeiras", para outros sou uma "maçarica". 
O que é facto é que 7 anos são 7 anos, e é muito tempo. Pergunto-me se não está MESMO na altura de mudar. Já não me parece saudável continuar num sítio que apesar de me querer bem, não me reconhece ao nível financeiro. 

Quando ouço terceiros falarem de mim, o meu ego sobe e realizo que poderia pedir tanto mais. 

Estou tentada a pedir um emprestimo (grande) e fazer aquele curso em Genève. Como  são 3 dias por mês é fazível, tanto na parte profissional como pessoal, deixar os meus amores por pouco tempo não me parece tão penoso. 

Mas acho que tenho que dar uma volta a minha carreira. Se quero trazer mais dinheiro para casa, não será desta forma actual apenas. 

sábado, 18 de julho de 2015

Amore


Tive uma semana exaustiva. Por momentos pensei que estivesse à beira de um esgotamento. Apercebi-me disso quando no final da semana, chegando a casa depois de um dia de trabalho, soltei um grito/palavrão, descarregando em cima da minha filha, que não paráva de chorar e pedia colo. 

Agora (fim‑de‑semana) -e depois de desabafar com o meu marido que precisava que ele me apoiasse nestes momentos, em que apenas peço que consigam deixar-me 1h descansada, no supermercado, sem que tenha aquela pressão de ter que voltar a casa rápido, e sem que me liguem a perguntar onde estou, porque edtou a demorar tanto, e quando penso chegar- estou relaxada, enamorada, fascinada com a evolução eternura da minha filha, e com forças para enfrentar uma semana de trabalho e noites mal dormidas se necessário. 

Porque devo dizer que não foi fácil cuidar de marido e filha doentes (e ainda da casa e afins), mas fi-lo com gosto, e voltarei a fazer as vezes que forem necessárias, e faria mais e mais, porque me sinto felizarda, tranquila e realizada. LG, life's good. 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Penso no titulo depois

Hora de almoço. Azáfama. Centro de Lisboa, centros comerciais cheios. Começaram os saldos. A Zara tem sido a minha perdição. Mas não sei se é da responsabilidade de ser Mãe e Mulher "grande", que agora me serve de travão para gastos desnecessários, ou se é apenas da minha conjuntura, em que não me posso dar ao luxo de gastar para o meu guarda-roupa, quando tenho uma filha que faz 2 sessões de acupunctura por semana, para ver se não temos que lhe tirar os adenoides. 

A vida não está facil, e se me apetecia tanto ter outro filho, quando penso no impacto económico que traz numa familia, recuo... 

Et ça m'énerve. A vida podia ser tão melhor. Não me queixo da que tenho, pelo contrário, são raros os dias em que não penso para mim: "adoro o que sou hoje, com quem estou, o que fiz (literalmente, e que saiu da minha barriga), o que faço, a minha casa, a minha familia, o meu mundo. 
Mas gostava claro de estar mais folgada para poder ter outro filho.