"O que é seu chega com o tempo. O que não é se vai com ele."
sábado, 28 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Einstein. E dizia ele que não era um génio...
A minha preferida:
"Only a life lived for others is a life worth while"
"If you can't explain it simply, you don't understand it well enough”
“We can't solve problems by using the same kind of thinking we used when we created them.”
"The world is not dangerous because of those who do harm but because of those who look at it without doing anything"
"You have to learn the rules of the game. And then you have to play better than anyone else.”
"The only reason for time is so that everything doesn't happen at once.”
"Once we accept our limits, we go beyond them.”
A minha preferida:
“Imagination is more important than knowledge. For knowledge is limited to all we now know and understand, while imagination embraces the entire world, and all there ever will be to know and understand.”
“Imagination is more important than knowledge. For knowledge is limited to all we now know and understand, while imagination embraces the entire world, and all there ever will be to know and understand.”
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
"Le Dragon entrera dans notre signe. 2012 est l'année du Dragon d'eau dans l'astrologie chinoise (le nouvel an débutera le 23 janvier). Chaque année de ce signe populaire par excellence, le taux de natalité chinois enregistre un pic: un petit Dragon est réuté devenir un enfant parfait! Selon les astrologues chinois, cette période risque de charrier son lot d'imprévus. C'est également le moment de tous les possibles et de la reússite".
domingo, 15 de janeiro de 2012
Quando temos tempo pensamos numa série de coisas que queremos fazer. Projectos. Sonhos. Tentações. Frustrações.
Quando temos tempo pensamos naquilo que queríamos ser, e que achamos que não somos porque não temos tempo. E temos toda a força do mundo para começar, traçar um plano e repensar na vida. O que vou fazer? O que quero fazer? Para onde vou? Para onde quero ir? Como posso lá chegar?
Esta sensação de hotel é ao mesmo tempo apaziguadora e solitária. Por um lado estamos sozinhos, e é bom. Temos tempo de fazer nada e pouco, é um relax total. Por outro lado, não há interacção (isto se viermos sós obviamente). A nossa companhia somos nós próprios, e é bom para voltarmos a gostar de nós e apreciarmo-nos.
Estou na Alemanha. Aqui sinto-me diferente, latina sem dúvida. Daqui a umas horas sigo viagem. Ontem não queria, hoje estou ansiosa. É sempre assim, quando estou no meu mundo, na minha casa, quero ficar ali, sinto-me confortável. Quando chego “aqui”, também me sinto em casa, gosto de olhar para as pessoas, gosto de ver tudo o que me rodeia, gosto de ver movimentação, vê-las a ir para a algum lado, será casa, trabalho, problemas, ferias? Tanta gente a movimentar-se, tantas nacionalidades, culturas.
Enquanto bebia um cappuccino ao pé da janela, mesmo em cima de um lado da pista, reparei que estavam ao pé de um avião a tripulação de cockpit, que percebi que esperava pelo crew bus. Enquanto este não chegava, de vez em quando 2 tripulantes de cabine apareciam fora do avião e gritavam algo aos pilotos que se riam. O barulho devia ser tal que um dos tripulantes entrou no avião para pouco depois aparecer com um megafone encarnado e gritou algo que fez com que os tripulantes dessem uma gargalhada que ate eu que estava aqui dentro pude perceber, o que me fez sorrir.
Como posso esquecer os cadernos, as inúmeras folhas de papel, as imensas linhas que escrevia nas minhas viagens, com tudo o que me vinha à cabeça. Fiquei anos sem escrever. Sempre achei que nunca iria parar de escrever , achava que era algo que estava dentro de mim, e que ia ter a ver com o meu futuro; mas entretanto essa paixão de extravazar os meus sentimentos e pensamentos adormeceu em mim, e ganhei fobia à escrita; fazia-me sentir sozinha, e entretanto nunca deixei que esse futuro chegasse; realizo agora que talvez seja isso que me faça falta, poderá até ajudar-me na minha missão pessoal de querer soltar-me, descobrir-me e aceitar-me. É certo que nesta organizaçao onde estou hoje, tudo o que tenho vindo a experienciar, a ouvir e a ver, tem sido a principal base da minha aprendizagem de vida, pois nunca me tinha deparado com tanta variedade de pessoas, umas boas, outras menos boas. Tive alegrias, mas também desgostos, e continuo com a duvida se estarei a interpretar bem as coisas, e se as pessoas que acho de bom fundo, se verdadeiramente o possuem, ou se me atiram areia para os olhos para eu não me dar conta que esse fundo simplesmente não está lá. Eu própria já pus em questão o meu fundo.
Começa a ser um vicio. Escrever é libertador e ajuda-me a decifrar aquilo que sou e ainda não conheço. Percebo também que estar fora do meu ambiente e do meu contexto aumenta o volume de pensamentos e conclusões que pairam aqui na minha cabeça. Gostava de só fazer isto, viajar, andar pelos aeroportos do mundo e escrever. Hoje vi uma família “feliz”, 1 casal com 2 filhas, os pais sempre a ralhar com as filhas que não estão quietas. A mulher olhava para mim e eu adivinhava o que lhe ia no pensamento: “quem me dera ser ela, estar ali calma, a ler a sua revista, sem ninguém a puxar-lhe a camisola ou sem ter que gritar meninas chega!”. E eu olhava para ela mas ela não conseguia adivinhar os meus pensamentos, algo tão simples como “quem me dera ser mãe, mulher, esposa”. Mas rapidamente esses pensamentos desvanecem quando volto para a minha revista, e começo a dobrar as paginas com tudo o que quero ver, experimentar, fazer, acontecer!
Viagens atrás de viagens, dezenas e dezenas de bilhetes de embarque, e mesmo assim achamos que viajamos pouco. Há muito para ver, para admirar, sentir, viver, saborear, querer, comprar, tocar. Como gerir cerca de 25000 dias das nossas vidas? e se quisermos fazer um pouco de tudo? complica-se quando também queremos fazer um pouco de nada. 25mil dias não chegam para fazer um pouco de tudo, e assim deparamo-nos com as escolhas, e perguntamo-nos se serão as melhores. A cada passo que damos alteramos o futuro, sem nunca saber o que nos espera dois passos à frente.
Encontro-me num mundo peculiar. Todos os dias saio daquilo que considero uma vida simples e normal, para entrar num mundo dificil onde as relações humanas se tornam a base e sustento de uma organização onde uma pequena falha tem grandes consequências.
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