segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Susto

Esta noite vou ficar atenta. Quase que queria deixar-te aqui na minha cama ao pé de mim, para ouvir-te respirar. 
Fui aconchegar-te antes de ir para a cama, e como te tirei as calcas para nao teres tanto calor, reparei que tinhas jmas babas enormes nas pernas. O pai acha que foi uma mordidela de pulga ou qualquer coisa do genero. Mas espalhou-se um pouco pelo corpo (bracos, mao, pernas -parte de cima). 
Espero nao ter feitomal mas dei te uma colher de zyrtec e adormeceste ao meu lado. 
Vou ficar atenta. Ao meu amor. Tadinha, cheia de comichoes. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Sete anos

Sete anos de relação laboral. Como já ouvi hoje, para alguns sou "das primeiras", para outros sou uma "maçarica". 
O que é facto é que 7 anos são 7 anos, e é muito tempo. Pergunto-me se não está MESMO na altura de mudar. Já não me parece saudável continuar num sítio que apesar de me querer bem, não me reconhece ao nível financeiro. 

Quando ouço terceiros falarem de mim, o meu ego sobe e realizo que poderia pedir tanto mais. 

Estou tentada a pedir um emprestimo (grande) e fazer aquele curso em Genève. Como  são 3 dias por mês é fazível, tanto na parte profissional como pessoal, deixar os meus amores por pouco tempo não me parece tão penoso. 

Mas acho que tenho que dar uma volta a minha carreira. Se quero trazer mais dinheiro para casa, não será desta forma actual apenas. 

sábado, 18 de julho de 2015

Amore


Tive uma semana exaustiva. Por momentos pensei que estivesse à beira de um esgotamento. Apercebi-me disso quando no final da semana, chegando a casa depois de um dia de trabalho, soltei um grito/palavrão, descarregando em cima da minha filha, que não paráva de chorar e pedia colo. 

Agora (fim‑de‑semana) -e depois de desabafar com o meu marido que precisava que ele me apoiasse nestes momentos, em que apenas peço que consigam deixar-me 1h descansada, no supermercado, sem que tenha aquela pressão de ter que voltar a casa rápido, e sem que me liguem a perguntar onde estou, porque edtou a demorar tanto, e quando penso chegar- estou relaxada, enamorada, fascinada com a evolução eternura da minha filha, e com forças para enfrentar uma semana de trabalho e noites mal dormidas se necessário. 

Porque devo dizer que não foi fácil cuidar de marido e filha doentes (e ainda da casa e afins), mas fi-lo com gosto, e voltarei a fazer as vezes que forem necessárias, e faria mais e mais, porque me sinto felizarda, tranquila e realizada. LG, life's good. 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Penso no titulo depois

Hora de almoço. Azáfama. Centro de Lisboa, centros comerciais cheios. Começaram os saldos. A Zara tem sido a minha perdição. Mas não sei se é da responsabilidade de ser Mãe e Mulher "grande", que agora me serve de travão para gastos desnecessários, ou se é apenas da minha conjuntura, em que não me posso dar ao luxo de gastar para o meu guarda-roupa, quando tenho uma filha que faz 2 sessões de acupunctura por semana, para ver se não temos que lhe tirar os adenoides. 

A vida não está facil, e se me apetecia tanto ter outro filho, quando penso no impacto económico que traz numa familia, recuo... 

Et ça m'énerve. A vida podia ser tão melhor. Não me queixo da que tenho, pelo contrário, são raros os dias em que não penso para mim: "adoro o que sou hoje, com quem estou, o que fiz (literalmente, e que saiu da minha barriga), o que faço, a minha casa, a minha familia, o meu mundo. 
Mas gostava claro de estar mais folgada para poder ter outro filho. 


quarta-feira, 24 de junho de 2015

We will always have Paris

Começo a achar que estou a ficar com algum pânico de voar. Pergunto-me o que será esta falta de ar constante, este aperto toráxico, aliado aos varios ataques alergicos que tenho vindo a sofrer. 

Ou pior ainda, será que tenho uma doença? 

Amanhã vou com a minha filha para CDG, e sinto uma angustia enorme. Não quero mesmo que a vida pare aqui. Quero vê-la crescer, quero ajudá-la a fazer os trabalhos de casa, quero fazer aulas de natação com ela e inscrevê-la no ballet e assistir aos saraus, quero dizer-lhe que naquele dia não poderá ir à festa dos seus amigos porque não teve notas para isso e quero ajudá-la a ser brilhante naquilo que ela quiser. 




terça-feira, 9 de junho de 2015

Metro

Pode parecer elitista, mas não sou pessoa para andar de metro. Gostava -mesmo- de ter esse à vontade, se calhar de facto ninguém o tem, é apenas uma questão de hábito, mas cada vez que ando de transportes, sinto-me completamente deslocada, perco o sentido de orientação, e as multidões não me inspiram confiança -e não, não tenho pânico de multidões. É demasiado á letra, é UNDERGROUND. Sinto-me peixe fora de água. 

Pois, pareço uma snob a falar assim, até parece que ando de motorista! 
Mas com sinceridade digo que gostava que Lisboa fosse como NYC, onde o metro fizesse forçosamente parte do dia-a-dia de cada alfacinha.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Camisa de dormir

Já estou nisto há 3 anos (sim eu sei, 3 anos não é nada) e por vezes ainda penso alto "quem diria hein?". 
Quem diria eu estar a vestir a minha camisa de noite sexy, e de facto poder orgulhosamente exibi-la ao meu marido. 

domingo, 7 de junho de 2015

Hoje não tenho titulo?!?

Já sei, o segredo é vir para "aqui" e escrever logo, qual FB, qual Instagram, qual Pinterest. Uma pessoa entra num desses sitios e pronto, vai-se a inspiração, vai-se a paciencia, e entra a preguiça, em força. 


domingo, 24 de maio de 2015

Sem ela não tem graça

É impossivel conceber a vida sem a presença da minha filha. 
Está com os Papis desde 6a, e hoje quando me perguntaram se podiam ficar com ela até amanhã, para poder levá-la aos anos do primo, até me vieram as lágrimas aos olhos, tanta é a saudade. 

Adoramos esta casa, e estar em casa. Mas sem ela perde a graça, ela enche esta casa de alegria. 

E pronto, só queria mesmo transmitir a tamanha saudade que sinto, e não vejo a hora de pegar nela e dar-lhe IMENSOS beijinhos 


terça-feira, 19 de maio de 2015

Os melhores beijos do mundo

Não é a primeira vez, mas ontem a minha filha encheu-me a cara de beijinhos, e foram a melhor coisa que me aconteceu nesse dia. Incrivel como são beijinhos que não se esquecem, e que queriamos que durassem para sempre. 


domingo, 26 de abril de 2015

Meia-noite e quarenta e sete

Amanhã tenho 2 reuniões importantes, logo cedo pela manhã. Como não fiz tudo o queria hoje, pensei que poderia ao menos deitar-me cedo para acordar então mais cedo.

Mas claro que é sempre nestes dias (neste caso noites) que as coisas viram quase ao contrário. 

A minha filha lembrou-se de chorar bem alto 5min depois de eu apagar a luz. Fui lá ver. Adormeci-a ao colo, coloquei na cama, não resultou. Fiz biberão, aqueci biberão, dei biberão, não resultou (mas acalmou). Mudei a fralda, arrotou, adormeceu ao colo. 

Agora parece que sim, já dorme. Mas ainda ouço uns gemidos. Avizinha-se uma noite longa. Porquê esta noite, porquê? Com tantas outras á escolha... 

Mas eu gosto de tudo isto, eu gosto, e muito. Sabem porquê? Porque no meio de toda esta azáfama, enquanto tenho a minha pikinita nos braços, consigo enchê-la de beijos; porque enquanto colo a minha cabeça à dela, consigo sentir todo o seu calor ao mesmo tempo que ouço a sua respiração; e aí sinto um amor imensurável. 


segunda-feira, 30 de março de 2015

Avião. Viagem. Ida e volta. Paixão

Desde que fui mãe que tenha esta sensação carregada de que não quero MESMO morrer. Aliás, tenho medo de morrer. Acho que isto se pode mesmo tornar numa doença crónica, se eu não aprender a contornar estes sentimentos negativos. 
É que podia ao menos dizer que se morresse agora morreria feliz, mas nem é o caso pois só pensar que morreria longe dos braços da minha filha e do meu marido isso já seria um sofrimento. 

Mas seguindo em frente, vá, posso dizer que estou a vibrar de paixão por ir fazer esta auditoria em voo. Estou em pulgas e  com sede de aprendizagem. 

E que saudades que tenho de um aeroporto, dos aviões, dos ceus e das nuvens, do arrepio no estomago no take-off & landing. É inexplicavel, mas eu sei que eu nasci para isto. 

E para ti meu amor, se alguma vez leres isto, te digo que juntamente com a nossa feijoca, fazes parte do "meu" tesouro, são o meu sol, o meu Norte, a melhor razão de eu voltar para casa com esta felicidade que trago no coração. 


sábado, 21 de março de 2015

Outra vez

Já é a quarta alergia este ano, a 2a esta semana. A 3a ida ao hospital. Já começo a conhecer algumas caras... A enfermeira da triagem, super simpática, despachada e preocupada. O palhaço do enfermeiro que já me tratou 2 xs, rude, mal-educado, super gay, sem qualquer tacto para a coisa. Já ontem era um simpático, preocupado, interessado no problema e cuidadoso. 

Como um hospital também reflecte a socialização entre os seres humanos. Encontramos um pouco de tudo. 

O que mais me assusta é não poder acompanhar a minha filha. Vê-la crescer. Vê-la ser feliz. Vê-la evoluir (e a que velocidade agora!), vê-la sorrir e abraçar-me. É o meu tesouro. É a melhor coisa que eu fiz na vida. É o meu melhor. É o meu oxigénio. O meu sol e a minha alegria. E que alegre que é. É uma criança feliz, e orgulho-me disso. 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Alergia... a quê??

Já é o 3º episódio que faço de alergia e fico sem saber exactamente ao quê. Fora o episódio de quando tinha cerca de 12 ou 13 anos, e que descobri que era alérgica à penicilina. o que vale é que estava num centro de saude... ia mesmo batendo a bota. Mas há 3 anos, tive o primeiro episódio de erupção cutânea, em Helsinkia, mas não me lembro de estava a tomar alguma coisa. Foram 2 noites seguidas (só tinha a alergia à noite. estranho, agora também...). Mas não tomei nada, pois nem tinha nada para tomar. A primeira noite achava que ia morrer com falta de ar, mas nem me ocorreu que pudesse estar a fazer um choque a-não-sei-quantos-tico. Há cerca de 1 mês, fiquei doente com uma faringite e amigdalite já em estado avançado, e deram-me 2 antibioticos; ao 6º dia, comecei a ter uma erupção de tal forma que tive memso que ir ao hospital. Cortisona e depois 5 dias de corticoides. Ontem comecei a tomar uma vacina (Paspat Oral) para ver se param estas mazelas de doenças de inverno, e hoje ao fim do dia, começam-me a picar as mãos, começa a falta de ar, e depois um pouco por todo o corpo. Mas desta em vez em menor grau. Não fui ao hospital. Esperei para ver se melhorava, e entretanto passou. o que será isto? o meu maior receio é que desaparecer deste mundo e deixar de viver esta historia linda que estou a viver, e deixar de ver a minha flha crescer. Está um espanto e cada minuto gosto cada vez mais dela. Parece que um dia vai rebentar este amor, mas já percebi que não. Cresce, cresce, cresce, e tem sempre espaço para crescer. É lindo.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Um titulo por favor?

Não tenho titulo para este post. Alias, venho aqui por pura necessidade de desabafo, mas ainda sem a minima ideia do que vou escrever. 

Sobre a minha angustia de peito? 
Sobre o flop que foi o almoco hoje, e como um péssimo serviço pode arruinar uma tarde de trabalho? 
Sobre a minha dualidade trabalho/lar? 
Sobre a minha sede de mudança e de inovação? 
Sobre a minha questão e curiosidade acerca do futuro? 
Sobre a minha vontade de ter mais filhos? 

Pois, é muito assunto para um post só, e nem saberia por qual comecar, pois todos estes temas mexem comigo diariamente, mas sei que não poderá ser por muito tempo. 


domingo, 25 de janeiro de 2015

Familia

Como esta palavra consegue ter TANTO significado.
Este fim de semana encheu-me o coracao. Foi repleto de carinho, de boa energia, de familia. 
Sexta-feira -apetecia-me sair da rotina- fomos jantar a casa da minha mae. 2irmãos juntaram-se, mais sobrinhos etc, e foi um belo de um jantar, e serão em familia. Que delicia. 
Sábado pude curtir eu propria a minha familia, numa esplanada ao pe de casa, a ver a minha filha sorrir e brincar com a maior das simplicidades. 
E hoje foi dia de almoco em casa dos meus sogros, com a minha cunhada tambem, e foi uma tarde simplesmente maravilhosa, harmoniosa, onde tudo fluiu. 
Nem sabem eles o prazer que me dá estas reunioes onde sabemos que nao ha lugar para nada negativo, e onde apenas nos sabe bem a alegria e companhia uns dos outros. 

Nao ha sombra de duvida, sou uma felizarda com a minha familia, e tornei-me mais felizarda ainda com a minha nova familia. Não podia querer outras pessoas, nao podia querer outra coisa, se nao esta vida que estou a viver, ao lado de pessoas tao maravilhosas. 

E hoje senti que o inverno esta finalmente a ficar para trás, ha muitas razoes para sorrir ;-))))  


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

E agora completamente diferente

Se havia algo que eu gostava de fazer (quase) diariamente era seguir alguns blogues. Mas deixei de o fazer, por falta de tempo, e por decepcionar-me com alguns que se venderam totalmente ás marcas. Mas um continuei a seguir, pela simplicidade, falta de presunção, e sobretudo por ter ficado fiel a si mesma. E por talvez dizer alguns palavrões, algo que me desconcerta na escrita mas que nesta personagem até bastante graça. E hoje li isto, e puxou-me a lágrima pois identifiquei-me com a mensagem, em relação ao meu homem, ao meu amor. e diz assim: "quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 - Não foste o primeiro mas és o último (...) Não sei o que me levou a olhar para ti, logo no primeiro dia, e pensar que se calhar eras tu (...). Estava tão feliz e foi assim feliz que te conheci. Se soubesse o que sei hoje tinha-me sentado ao teu colo e nunca mais te largava mas foi preciso um ano, ou dois, não sei, tu é que és bom com datas. E com o stress. Eu fervo em pouca água e tu baixas logo o lume com calma e com calma dizes-me que vai correr tudo bem. Vês sempre o outro lado das questões e explicas-me com muita paciência que se calhar não é bem assim e que vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem, claro que sim. Falas muito alto e eu digo-te que estou mesmo ao teu lado, ouço-te perfeitamente, caramba, não grites. Mandas-me canções que achas que vou gostar com declarações de amor inesperadas e dizes que estou cada vez mais bonita. Mesmo de pijama polar. Poder ser eu sempre, sempre, sem inventar nada, sem disfarçar, sem ter medo que saias a correr, sem fingir que sou muito mais interessante do que sou, é do caralho e a culpa é tua. A nossa filha tem as tuas pestanas e a tua alegria, infelizmente não parece ter herdado a tua ponderação e coordenação motora, é um pequeno tractor desgovernado como a mãe mas o que vale é que tem um pai como tu que a vai ajudar. Olho para ti e nem acredito na sorte que tive, mesmo quando me explicas o funcionamento do universo (diz-se funcionamento?) que eu esqueço passados cinco minutos. Mesmo quando me dizes entusiasticamente "o Benfica ganhou". Dizes-me "para ti tudo, contra ti nada" e eu sei que é mesmo verdade e o meu coração é todo teu, todo. E tu ris-te se às quatro da manhã decido tirar o cobertor da cama porque tenho calor e não protestas quando passados dez minutos me arrependo e volto a pô-lo, ajudas-me e não dizes nada. Às vezes dizes coisas sobre mim que nem eu tinha pensado e tens razão (tens quase sempre) e eu sinto-me a pessoa mais importante do mundo. É isso: contigo, sinto-me a pessoa mais importante do mundo."

Adrenalina

Hoje senti novamente adrenalina a trabalhar. Este projecto em que estou -e que me congratulo a mim mesma por ter tido a coragem de pedir para participar- está a devolver-me o verdadeiro prazer que tinha em trabalhar, algo que deixei de sentir a pouco e pouco depois da maternidade, e com a mudança de departamento. É um projecto aliciante, só tenho receio de que quando estiver totalmente implementado, sinta um vazio laboral novamente. Mas acho que há que fazer o esforço de transpor essa energia para as minhas funções díárias certo? tentar dinamizar o departamento, e claro, auditar, auditar, auditar. Parece que não me satisfaço com o que alcanço. Será um problema meu? Hoje tive assim um lamiré de mudar de companhia. De repente tive um vislumbre de que talvez seria a hora de me aventurar noutro sitio? deverei começar a procurar? ou deverei apostar em algo que pode ser mais seguro, e continuar o meu caminho onde estou? será que vou aprender mais? tenho sede de conhecer mais coisas, mais mundos, mais visões da coisa, mais opiniões. Será que ali acabou o conhecimento? quero acreditar que não. Até porque eu própria tenho muita coisa para aprender, a meu custo. Estudar mais, ler mais, aplicar-me mais. Knowledge is power, pois é.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Dreamer

Hospital

Estive cá há menos de 1 semana. 
Esta noite com um súbito ataque de urticária / reacção alérgica. A pele toda em erupção cheia de traços vermelhos e borbulhinhas. Que coisa horrivel. 
Soro e cortisona intravenoso durante 30min. 
Agora em espera para me tirarem esta coisa feia do braco. 
Tenho sono. Avisaram que ia dar sono Quero dormir mas tenho que esperar. 


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

3 anos

Começar um blogue. Foi uma resolução de 2012, que cumpri. Em 2015, resolvi retomar com mais assiduidade, será que vou conseguir cumprir? 

Sempre adorei escrever, com a caneta, numa folha de papel, num caderno, num livro em branco. E continuo. Não vou deixar de o fazer. Para a minha feijoca, se um dia tiver paciencia para ler... 

E agora, 
Twinkle.