I'm working this out, as I goÉ o que vale, vamos aprendendo... mas de que nos serve se continuamos a fazer os mesmos erros?
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Também queria sim, mas não basta estalar os dedos. Será que a culpa é minha? O que será que fiz de mal? O que será que estou a fazer de mal? Pergunto-me se na minha cabeça a realidade é outra, e de facto eu não sei o que ando aqui a fazer. Vou-me conhecendo melhor, é verdade, mas também é verdade que o tempo não pára e de serve conhecermo-nos melhor se depois já é tarde demais?
quarta-feira, 25 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Se calhar até somos feitos para estar sózinhos, já que nada dura para sempre. Mas e quando estarmos bem com nós próprios não chega? quando queremos partilhar o bem-estar, os risos, as preocupações? temos os amigos é certo... e os abraços antes de dormir, e o calor matinal, e poder dar a mão enquanto se dorme? quando não apetece simplesmente viramo-nos para o lado, mas quando apetece podemos fazê-lo.
É ambigua esta questão, porque estamos sem duvida melhor sozinhos, mais livres, mais nós. Mas será talvez o ideal partilhar a vida com alguém, mas que veja o mundo como os nossos olhos o vêem, e como a nossa alma o sente, esse é o desafio. E nos entretantos, vamos tendando viver o melhor que podemos e sabemos.
É ambigua esta questão, porque estamos sem duvida melhor sozinhos, mais livres, mais nós. Mas será talvez o ideal partilhar a vida com alguém, mas que veja o mundo como os nossos olhos o vêem, e como a nossa alma o sente, esse é o desafio. E nos entretantos, vamos tendando viver o melhor que podemos e sabemos.
sábado, 21 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
"Como se tivessemos 18 anos..."
Agora entendo as Mams quando dizem que é estranho olhar-se ao espelho, saber-se mais velha, ver os traços da cara a ficarem a pouco e pouco mais carregados, mas continuar a sentir as mesmas emoções como se ainda se tivesse 25 anos. As mesmas aspirações, os mesmos sonhos, os mesmos objectivos, o querer viver, o querer saborear a vida.
Agora entendo as Mams quando dizem que é estranho olhar-se ao espelho, saber-se mais velha, ver os traços da cara a ficarem a pouco e pouco mais carregados, mas continuar a sentir as mesmas emoções como se ainda se tivesse 25 anos. As mesmas aspirações, os mesmos sonhos, os mesmos objectivos, o querer viver, o querer saborear a vida.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
E quando temos tudo e achamos que não temos nada?
Foi preciso uns desabafos e umas lágrimas para perceber que quando não há razões válidas para ficar triste simplesmente não vale a pena ficar triste = perda de tempo.
"Love yourself, because you're all you've got"
e não é que é mesmo assim?
Já percebi que quando nos sentimos mal, achamos que está tudo mal mesmo, "não há nada que me corra bem". é normal que assim seja, porque assim num estalar de dedos nada nos parece certo, nada parece jogar a nosso favor, nada nos satisfaz, nada nos dá a sensação de que vem aí a lufada que irá mudar o rumo da nossa sorte, e por isso achamos que nos vamos afundando cada vez mais, quando deveriamos fazer exactamente o oposto, remar contra a maré, sorrir quando nos apetece chorar, sair quando nos apetece ficar em casa, comer quando não temos apetite, estar com os amigos quando só nos apetece estar sózinhos, e sim, celebrar mesmo quando achamos que não há nada para celebrar. Há sempre.
Foi preciso uns desabafos e umas lágrimas para perceber que quando não há razões válidas para ficar triste simplesmente não vale a pena ficar triste = perda de tempo.
"Love yourself, because you're all you've got"
e não é que é mesmo assim?
Já percebi que quando nos sentimos mal, achamos que está tudo mal mesmo, "não há nada que me corra bem". é normal que assim seja, porque assim num estalar de dedos nada nos parece certo, nada parece jogar a nosso favor, nada nos satisfaz, nada nos dá a sensação de que vem aí a lufada que irá mudar o rumo da nossa sorte, e por isso achamos que nos vamos afundando cada vez mais, quando deveriamos fazer exactamente o oposto, remar contra a maré, sorrir quando nos apetece chorar, sair quando nos apetece ficar em casa, comer quando não temos apetite, estar com os amigos quando só nos apetece estar sózinhos, e sim, celebrar mesmo quando achamos que não há nada para celebrar. Há sempre.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
É desta... às vezes sentimos isto, uma sensação de que se foi qualquer hipótese de "ser feliz". Isto quando estamos convictos de que o ser feliz é encontrar alguém com quem partilhar tudo, uns sorrisos cúmplices, umas gargalhadas idiotas, umas lágrimas num filme, uma tristeza de ter que saber aqueles de quem gostamos doentes. E sentimos tudo isto sozinhos, e sentimo-nos de facto, sózinhos...
E hoje ninguém me tira da cabeça que irei sentir isto continuamente, embora não o queira. Gostava de voltar a sentir aquela convicção de que tudo vai melhorar, que vou encontrar aquilo que tanto procuro.
Mas hoje penso, e se não encontrar, o que acontece? O problema é não poder pausar o tempo, ele continua e parece que vai doendo mais.
"Nunca te sentirás verdadeiramente sozinha, e nunca sofrerás muito porque tens as bases certas. Tems alicerces, tens pilares que te suportam e não te deixam cair. Precisas de alguém como tu".
E hoje ninguém me tira da cabeça que irei sentir isto continuamente, embora não o queira. Gostava de voltar a sentir aquela convicção de que tudo vai melhorar, que vou encontrar aquilo que tanto procuro.
Mas hoje penso, e se não encontrar, o que acontece? O problema é não poder pausar o tempo, ele continua e parece que vai doendo mais.
"Nunca te sentirás verdadeiramente sozinha, e nunca sofrerás muito porque tens as bases certas. Tems alicerces, tens pilares que te suportam e não te deixam cair. Precisas de alguém como tu".
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