Ando com uns ataques de panico, ando com medo de ... morrer.
Morrer de repente, morrer devagar, morrer! É terrivel. Só penso nos meus filhos, e no que seria deles se eu lhes faltasse, agora, depois... E cresce-me uma angustia incontrolável.
Estas comichões estão a dar cabo de mim. Claro que acho que tenho uma doença rara e que devia era passar o resto dos meus dias a beijar as bochechas dos meus filhos.
É tudo tão relativo. Só quero saúde, por favor. Quero tanto ver os meus filhos crescer, acompanhá-los, ampará-los, educá-los, amá-los. Quero viver feliz ao lado do meu marido que eu adoro, quero namorar, quero passear de mão dada.
Quero abraçar os meus pais, muitas e muitas vezes, e com muita força. Nunca lhes queria dar um desgosto de uma doença tramada.