segunda-feira, 30 de março de 2015

Avião. Viagem. Ida e volta. Paixão

Desde que fui mãe que tenha esta sensação carregada de que não quero MESMO morrer. Aliás, tenho medo de morrer. Acho que isto se pode mesmo tornar numa doença crónica, se eu não aprender a contornar estes sentimentos negativos. 
É que podia ao menos dizer que se morresse agora morreria feliz, mas nem é o caso pois só pensar que morreria longe dos braços da minha filha e do meu marido isso já seria um sofrimento. 

Mas seguindo em frente, vá, posso dizer que estou a vibrar de paixão por ir fazer esta auditoria em voo. Estou em pulgas e  com sede de aprendizagem. 

E que saudades que tenho de um aeroporto, dos aviões, dos ceus e das nuvens, do arrepio no estomago no take-off & landing. É inexplicavel, mas eu sei que eu nasci para isto. 

E para ti meu amor, se alguma vez leres isto, te digo que juntamente com a nossa feijoca, fazes parte do "meu" tesouro, são o meu sol, o meu Norte, a melhor razão de eu voltar para casa com esta felicidade que trago no coração. 


sábado, 21 de março de 2015

Outra vez

Já é a quarta alergia este ano, a 2a esta semana. A 3a ida ao hospital. Já começo a conhecer algumas caras... A enfermeira da triagem, super simpática, despachada e preocupada. O palhaço do enfermeiro que já me tratou 2 xs, rude, mal-educado, super gay, sem qualquer tacto para a coisa. Já ontem era um simpático, preocupado, interessado no problema e cuidadoso. 

Como um hospital também reflecte a socialização entre os seres humanos. Encontramos um pouco de tudo. 

O que mais me assusta é não poder acompanhar a minha filha. Vê-la crescer. Vê-la ser feliz. Vê-la evoluir (e a que velocidade agora!), vê-la sorrir e abraçar-me. É o meu tesouro. É a melhor coisa que eu fiz na vida. É o meu melhor. É o meu oxigénio. O meu sol e a minha alegria. E que alegre que é. É uma criança feliz, e orgulho-me disso.