De manhã deixei-a na creche, e já de coração apertado, parecia que ela adivinhava: deu-me beijinhos e sorrisos malandros. Que querida que é a minha filha. E ao nos abraçarmos, não consegui conter as minhas lágrimas.
"Oh midius" (como ela diz), são só 2 noites, não sejamos piegas! E faz falta. Á mãe, ao pai, à filha, ao casal, é saudável.
Mas fica sempre este medo, este medo de algo correr mal, a ela, ao pai, a mim... Até já imaginei o fim do mundo, e pensar que não estou junto deles... É aflitivo pensar assim, e idiota também.

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